A história da agência de comunicação e marketing digital L/ACOM começa em 2012. Porém, sua origem se dá alguns anos antes, em 2007, quando o seu fundador e CEO, Luciano Valente, conseguiu uma bolsa na pós-graduação em jornalismo científico na UNICAMP.

Durante o curso, ele trabalhou nas publicações de jornalismo da Universidade, como repórter da revista ComCiência, e também atuou na área de comunicação do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, uma unidade de pesquisas do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. O trabalho de Valente foi tão significativo que, após o término de seu curso, foi contratado e passou a coordenar a comunicação da instituição, sendo responsável pelo site, produção de conteúdo, editoração de publicações científicas e assessoria de imprensa.

Como assessor direto do diretor do centro de pesquisas, Valente sentiu a necessidade de buscar novas oportunidades no mercado quando aconteceram mudanças no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Telecomunicações e na direção do instituto em que atuava devido ao novo governo que assumiu o país em 2011.

Como freelancer, Valente foi crescendo e atuando, cada vez mais, com novos projetos e, consequentemente, novos clientes na área de tecnologia e inovação. Com o volume de trabalho aumentando, o empreendedor viu a necessidade de criar uma equipe. Assim nasce a L/ACOM, em 2012, uma agência de conteúdo, conexões e estratégia, especializada na área de tecnologia e inovação, como gosta de definir.

A L/ACOM é uma agência de nicho - por mais que isso não tenha sido planejado inicialmente. Por conta do background de seu fundador ser, prioritariamente, nas áreas de inovação e tecnologia, os clientes da agência também estão nesse segmento. Anprotec, Instituto de Pesquisas Eldorado e Movile são alguns dos clientes que já foram atendidos pela agência - além de muitas startups.

A agência crescia na base do boca a boca. Por isso, ter um time comercial, nunca foi prioridade para Valente - até chegar em 2018.

Em meio a tantas crises pelas quais o país estava passando, e a economia instável, a L/ACOM começou a perder alguns clientes, até que perdeu uma grande conta que representava uma fatia generosa de seu faturamento . Em consequência, a agência foi uma das tantas empresas que, na época, se viu obrigada a demitir profissionais para conseguir sobreviver.

O sufoco, então, começou. A agência precisava se recuperar das perdas e começar a se reerguer, no entanto, a busca por novos clientes através de indicações não era mais suficiente para fechar contratos.

“Tenho religião, costumo ir à igreja, mas se a única opção que tenho para conseguir um cliente é rezar, significa que não estou bem.”

Naquela altura, criar um time comercial e comandá-lo parecia ser mais uma dor de cabeça do que um auxílio. A sua falta de experiência em vendas começou a ser um grande impeditivo. Por onde começar?

“Se eu tivesse criado a área em outro momento, provavelmente, teria sido muito melhor. Teríamos caixa suficiente para contratar um profissional experiente para comandar a operação.”

Ao ver que não teria outra opção, a não ser se render a construir uma área comercial e absorver mais uma atividade dentro da agência, surgiu uma luz: contratar um profissional menos experiente para auxiliá-lo nas atividades comerciais que mais demandam tempo, como a prospecção.

Com um SDR dentro da agência, o profissional realizava o trabalho mais operacional: mapeava empresas a serem prospectadas, buscava possíveis contatos, enviava e-mails, realizava ligações… Mas, ainda assim, a engrenagem não estava girando. Mesmo após seis meses de esforços, o resultado ainda não era significativo.

“Comecei a conversar com amigos sobre a situação que a empresa estava enfrentando, e a maioria me indicou a leitura do livro Receita Previsível. Então, comecei a lê-lo e aquilo fez muito sentido para mim. Fui me aprofundando no assunto por meio de pesquisas, até que cheguei ao site da Ramper e comecei a consumir o conteúdo do blog. Cada vez mais, o que lia ali fazia mais sentido. Cheguei a pesquisar outras ferramentas, mas percebi que o Ramper era a solução ideal para a L/ACOM.”

Por já ter conhecimento teórico e estar bem envolvido com o conceito, não foi difícil para o CEO prospectar com o Ramper, pois sabia da cadência de atividades e da importância sobre operar daquela forma. A única dificuldade inicial foi produzir os cold e-mails.

No entanto, isso foi logo resolvido. Com os webinars produzidos pela Ramper e o apoio de Gilberto Grego, customer success da conta, o caminho ficou mais fácil, e, hoje, produzir um cold e-mail não é mais o calcanhar de Aquiles da agência.

Em cinco meses usando o Ramper, a L/ACOM conseguiu construir um funil com 164 contatos por email, 24 calls de qualificação, 11 propostas e 4 novos clientes. Em outras palavras, 27% das propostas originadas a partir dos contatos realizados na plataforma fecharam contrato. E, ainda há 3 negociações em andamento.

“O Ramper conseguiu dar fluxo para a área comercial. Nós não tínhamos a área;a criamos e passamos seis meses batendo a cabeça para fazer funcionar. Por fim, com o Ramper, conseguimos dar uma guinada. Ainda estamos em fase de aprendizagem, no entanto, a ferramenta deu a movimentação que precisávamos. Continuamos trabalhando para voltar a ter o gás que tínhamos no passado.”

Os números são ainda mais esperançosos para este início de 2020: há 35 pedidos de retorno para a agência voltar a conversar, e, quem sabe, fechar negócio.

Assim, a L/ACOM segue em direção ao sucesso, deixando para trás as recentes memórias da época das vacas magras. E o Ramper prossegue como seu principal parceiro nessa jornada.


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